A Fantástica Fábrica Web2.0
Novembro 8, 2008
Olá a todos!
Hoje inicio uma nova jornada. Fui convidado a escrever um artigo para o site do meu estimado amigo Pê Martins (http://lemon.oi.com.br/).
Ahhh, vejam o artigo já publicado: http://lemon.oi.com.br/post.cfm?id=85#integra
Bem, ele deixou o tema sob minha responsabilidade, então resolvi escrever sobre um assunto que a cada dia me fascina e me surpreende. A tal web e suas ferramentas fantásticas. Trabalho com Internet aqui no Brasil praticamente desde o seu surgimento então já passei por diversas eras.
Houve certa vez que se ganhava muito dinheiro para não se fazer quase nada. Vocês lembram do famoso “boom” da internet, por volta de 1999, quando inúmeras empresas “ponto-com” surgiram no mercado. E depois do boom meus amigos, aconteceu a verdadeira explosão, supernova. A explosão da bolha. O mercado web saturado das tantas empresas oportunistas que aproveitaram a onda, implodiu, e tantas ponto-com foram à falência. Todos sobrevivemos a esse episódio da história e com certeza com ótimas lembranças.
Em 2004 surge a web2.0.
Segue um Breve Histórico…
O termo Web 2.0 foi usado pela primeira vez em Outubro de 2004 pela O’Reilly Media e pela MediaLive International como nome de uma série de conferências sobre o tema, popularizando-se rapidamente a partir de então. Tratou-se de uma constatação de que as empresas que conseguiram se manter através da crise da Internet possuíam características comuns entre si, o que criou uma série de conceitos agrupados que formam o que chamamos Web 2.0. Existe também as características amarradas aos conceitos. Agora não vem ao caso.
Esses tais conceitos agrupados ditos acima é que torna a web mágica. Uma Fantástica Fábrica de Web2.0, sejam elas mantidas pela Google ou por visionários que hoje tem pequenas fortunas avaliadas para suas pequenas e úteis ferramentas.
Para começar a brincadeira, por que não falar da maior das fábricas, a empresa Google.
O serviço foi criado a partir de um projeto de doutorado dos então estudantes Larry Page e Sergey Brin da Universidade de Stanford em 1996. Este projeto, chamado de Backrub, surgiu devido à frustração dos seus criadores com os sites de busca da época e teve por objetivo construir um site de busca mais avançado, rápido e com maior qualidade de ligações. Brin e Page conseguiram seu objetivo e, além disso, apresentaram um sistema com grande relevância às respostas e um ambiente extremamente simples.
O nome Google foi escolhido devido a expressão googol, que representa o número 1 seguido de 100 zeros, para demonstrar assim a imensidão da Web.
Curiosidade
A expressão googol surgiu de um fato um tanto curioso. O matemático Edward Kasner questionou o seu sobrinho de 8 anos sobre a forma como ele descreveria um número grande – um número realmente grande: o maior número que ele imaginasse. O pequeno Milton Sirotta emitiu um som de resposta que Kasner traduziu por “googol”. Mais tarde, Kasner definiu um número ainda maior: o googolplex.
Segundo o documentário do Biography Channel sobre os criadores do Google, quando o primeiro investidor da empresa passou um cheque de 100 mil dólares perguntou a que ordem o devia passar. Brin e Page disseram que estavam a pensar dar o nome de “Googol” à empresa, mas o empresário, possivelmente por ignorância, escreveu “Google”, obrigando, assim, a que a empresa tivesse este nome.
Voltando ao assunto, lá nessa fábrica são encontradas algumas dezenas de ferramentas disponibilizadas para uso. Exemplo principal o GMail que no início somente quem fosse convidado por um amigo conseguiria ter um. Hoje eu não vivo sem, inclusive, ele disponibiliza opção para que alguns domínios possa usá-lo para gerenciamento de e-mail. Caso esteja interessados não deixem de ver: http://www.google.com/intl/pt-BR/apps/business/index.html.
O Google Reader é a ferramenta de leitura de RSS Feeds. Você pode nele agrupar seus feeds por assunto (tags) e o mais interessante, seguindo as características da web2.0 e o compartilhamento com seus amigos de seus assuntos e vice-versa.
O Google Docs por exemplo é fora de série. Vejam por exemplo, lá, podemos criar um formulário de pesquisa e usar as planilhas do Google para salvar o retorno dos formulários.
Step by step
1 – Criando o formulário básico:
Ao usar o menu “Novo”, você irá encontrar a opção “Formulário”. Ao selecionar a opção você será levado para a página de criação de formulário.
2 – Convidando colabodores para uso do formulário:
Ao finalizar a criação do formulário, você pode enviar convites para as pessoas responderem suas perguntas.
3 – Publique o formulário na web:
Após a criação, o convite, você pode publicar os resultados na web de sua pesquisa.
4 – Visualizando o formulário de pesquisa e os resultados:
O Google provê aos usuários todo ferramental necessário para criação de formulários. Você pode utilizar para fazer pesquisa de mercado e depois usar os dados em ferramentas de análise. Por exemplo, em análise de mercado.
A resposta após preenchimento do formulário
Após o voto do convidado, voilà! Os resultados são gravados em uma planilha com geração de gráficos. Sensacional.
The end…
A empresa Google realmente é sensacional. E olhem, não tô ganhando nada para falar dos caras. Não é artigo pago, podem ter certeza.
Existem outras tantas ferramentas associadas a Google Inc. YouTube, Google Calendar, Google Notebook, Froogle, Google Maps, Google Earth, entre outras.
No próximo artigo continuo a viagem por essa fábrica e as próximas versões da web que estão por vir. Realmente coisa de louco.
Grande abraço a todos.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Google
http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0
Depois de um longo inverno, “WebServices” Vs “SOA”!
Setembro 11, 2008
Hello everybody!
Depois de um longo inverno, retomo minha atividade de escrever. Juro que vou me policiar quanto à freqüência e gerenciar melhor o tempo para tal. Por isso vou experimentar escrever sempre um pouco por dia, para ao final de semana fechar o post. Vamos ver se vai dar certo!
Resolvi escrever então sobre SOA e “webservices”, termos que no momento estão em alta e que deixam um tom de sinônimo no ar, mas na realidade não é nada disso.
O termo SOA (do inglês “Service Oriented Architecture”) é a sigla do momento, aquela que anda na boca dos CIOs. Entre as perguntas que se devem fazer neste momento é se a arquitetura orientada a serviços é uma realidade ou mais uma daquelas tradicionais “hypes” do mundo da tecnologia. Mas há mais perguntas a serem respondidas: SOA veio para resolver ou para complicar? É bom para os negócios ou simplesmente mais um palavreado tecnológico? Está maduro e sendo adotado pelas empresas? Qual é o risco de adotá-lo?
São questões interessantes quem podemos levantar com o termo SOA, mas isso deixarei para um próximo artigo.
O que realmente me veio à mente foi mostrar as diferenças básicas em seu conceito, e que um vive perfeitamente sem o outro e também se complementam.
A Arquitetura Orientada a Serviços expressa um conceito onde aplicativos ou rotinas são disponibilizadas como serviços em uma rede de computadores (Internet ou Intranets) de forma independente e se comunicando através de padrões abertos.
Em entrevista à ComputerWorld um especialista de SOA (vice-presidente de tecnologia da divisão OpenEdge, Ken Wilner) foi indagado por algumas questões inteligentes e que sempre me veio à cabeça quando era indagado por alguém que se referia a desenvolvimento de sistemas utilizando essa filosofia. Foi respondido o seguinte:
“No curto prazo leva mais tempo, pois você tem de trabalhar mais nos requisitos de negócio, na arquitetura das aplicações, quais funções estarão expostas, dentre outras coisas. Mas, no médio e longo prazo a área de TI se tornará mais produtiva com o reuso de funções de negócio e a diminuição da necessidade de se reescrever códigos. O SOA requer uma disciplina. Não é como todo técnico pensa a questão de escrever o programa e sim em pensar o negócio da empresa. Você gasta mais tempo no desenho da arquitetura do que na programação.”
Com isso dá para ver claramente que o papel de arquiteto de sistemas aparece como figura essencial na especificação do reuso de funções de negócio. Nada de recriar a roda. Vamor reutilizá-la e caso não estejamos utilizando, compartilhar!
Enquanto isso na “liga da justiça” (não poderia deixar de falar isso), um “web service” é uma solução utilizada na integração de sistemas e na comunicação entre aplicações diferentes. Com esta tecnologia é possível que novas aplicações possam interagir com aquelas que já existem e que sistemas desenvolvidos em plataformas diferentes sejam compatíveis. Os Web services são componentes que permitem às aplicações enviar e receber dados em formato XML. Cada aplicação pode ter a sua própria “linguagem”, que é traduzida para uma linguagem universal, o formato XML.

Seguindo a entrevista de Ken, ele também dá uma pincelada o termo “web services”, vejam abaixo:
Ao fazer “web services” há quem pense que está fazendo SOA – e para fazer SOA se deve fazer web services.
É uma tecnologia para troca de informações, de conexão entre aplicações. O grande valor do SOA é a reutilização, o foco nas funcionalidades de negócio e quais delas eu quero expor aos parceiros ou internamente. O foco dos web services é expor funcionalidades como tecnologia de acesso.
Muitos dão sobrevida aos legados com “web services”, como os primeiros passos para o SOA. Não tem nada errado com isso, a não ser que a granuralidade dos objetos expostos é grande. Mas, quando nós trabalhamos com nossos parceiros ou clientes, não queremos saber em como conectar as aplicações entre si e sim quais são seus objetivos e necessidades de negócio. A tecnologia vem depois.
É errado escrever “web services” para seu legado? A resposta é: depende dos seus objetivos. Simples assim.
Ao mesmo especialista perguntaram a parte mais importante a ser seguida na implementação da filosofia SOA, o mesmo disse que a principal coisa é tratar o negócio e não a tecnologia. Se você começar pela tecnologia a implementação será um fracasso. Deve-se sempre perguntar o que isso significa para o seu negócio. Nada mais correto que isso.
Achei a entrevista com cunho de esclarecimento muito alto. Nessa sopa de letrinhas é importante separar bem essas palavras para não misturar alhos com bugalhos, ou, “web services” com SOA.
Vejo vocês no próximo artigo.
No próximo capítulo vou descrever algumas ferramentas web2.0 que utilizo e são sensacionais.
Vida Longa e Próspera
Referências:
Mais um condimento para a sopa: Mashups
Junho 23, 2008
Olá a todos,
Já faz um bom tempo que eu não escrevo um artigo aqui, mais precisamente há um mês.
Acho que realmente é esse tem se tornado o intervalo para a minha publicação de artigos.
A dinamicidade do meu dia-a-dia está interrompendo o meu desafio de escrever. Sendo positivo, pelo menos tenho um certo tempo para pensar em um bom tema para o artigo, “I guess”.
Voltando ao artigo, como já havia anunciado no último artigo, esse vou falar sobre “Mashups”. Aposto que todos já provaram desse condimento, caso não, esse é o momento para entender alguma coisa sobre essa técnica que acompanha nossa sopa de letrinhas do mundo TI, e por que não dizer TIC.
Bem, vamos ao que interessa, o que é esse cara com nome de ingrediente de hamburguer? Vou contar uma pequena historinha a respeito, aliás, essa parte pode ser encontrada no Wiki.
Em 2004, o termo Web 2.0 foi cunhado em uma conferência da O’Reilly Media, referindo-se a uma assim chamada “segunda geração” de aplicações web, caracterizadas por um grau maior de interação e colaboração entre usuários.
De lá para cá, o termo passou a ser constantemente utilizado pelo mercado, na esteira do rápido crescimento de um número significativo de blogs, comunidades virtuais, wikis e outras aplicações.
Em “What is the Web 2.0″ (http://www.oreillynet.com/pub/a/oreilly/tim/news/2005/09/30/what-is-web-20.html), Tim O’Reilly menciona que o conceito da Web 2.0 não possui fronteiras rígidas.
Mas, de uma forma geral, pode-se entendê-la como um conjunto de princípios e práticas.
Alguns desses princípios são:
- Web como plataforma (de serviços): O’Reilly menciona duas aplicações surgidas antes da criação do termo Web 2.0, como exemplos de utilização da web como uma plataforma de serviços: DoubleClick (propaganda) e Akamai (serviços de caching de informação).
- Oferta de serviços e não pacotes de software.
- Arquitetura focada em participação.
- Escalabilidade.
- Mistura de fontes de dados e de transformação de dados.
- Software utilizável em vários tipos de dispositivos.
- Aplicações que atuam como potencializadores da inteligência coletiva.
É neste contexto em que os mashups se inserem, pois podem ser considerados um dos tipos de aplicação da chamada Web 2.0. E não seria exagero dizer que eles sejam, talvez, o tipo que mais se adere aos princípios da Web 2.0.

A seguir, seguem alguns exemplos de empresas que disponibilizam ferramentas mashups que me aventurei a um simples uso (nada muito rebuscado, ou complexo):
Esse amigo nosso é o projeto da Yahoo! para prover o serviço de Mashup. Veja o que o “About Pipes” de Pipes diz a respeito (propaganda é a alma do negócio!).
“Pipes is a powerful composition tool to aggregate, manipulate, and mashup content from around the web.“
A ferramenta é sensacional. O seu uso não é tão trivial. Você precisaria garimpar informação a respeito de pipes para extrair o que a ferramenta tem de melhor.
O interessante na ferramenta é que a comunidade compartilha o mashup criado, permitindo assim uma biblioteca de Mashups extensa. Essa é a idéia da web 2.0, “compartilhar o pão‘!
Outra particularidade que me dei conta foi que o serviço ganhou bastante adeptos na comunidade web, forçando o Yahoo! a melhorar a documentação. Se você possuir uma conta no Yahoo!, o serviço tá lá te esperando.
Vou mostrar para vocês como funciona, ou pelo menos tentar.
O Pipes funciona como se você estive montando o encanamento de uma casa. Como assim, bem, Rs, eu vi dessa maneira, onde você pega partes de serviços e vai juntando a outro serviço ou parte de resultado almejado. A interface é amigável, e fiz testes tanto no IE7 quanto no Firefox 1.5+.
Segue abaixo os “screenshots” de uma pequena brincadeira que fiz no pipes.
- Serviço para tradução
- Serviço para encontrar referências de um nome na internet
- Resultado do pipe de busca por um nome
A Microsoft lançou o Popfly. Serviço que permite a criação de mashups. O Popfly, foi desenvolvido por uma galera da M$ responsável pelo desenvolvimento das ferramentas Visual Studio, Expression Studio.

Esse também fiz alguns testes e achei muito legal. Vale a pena dar uma passadinha para experimentar.
Mundo Corporativo e Mashups
Bem, e quanto ao mundo corporativo? Onde podemos encaixar esse novo brinquedo?
Em pesquisa de janeiro de 2007 feita pela McKinsey perguntou-se a clientes corporativos qual o nível de adoção das tecnologias de Web 2.0. Como seria de se esperar, muitos deles investiram ou estavam planejando investir em uma ou mais tecnologias de Web 2.0. Para nós, a parte surpreendente da pesquisa foi que os mashups estavam em uso ou sendo considerados para uso por 21% dos entrevistados e a maioria deles, 54%, sequer pensavam em adotá-los.
A baixa aceitação dos mashups na empresa deve-se à relativa inovação da tecnologia comparada a outras incluídas na pesquisa (como Web services, podcasts e “feeds” RSS). O fato de que as ferramentas para a construção de mashups estão apenas começando a surgir também faz a diferença (no momento em que escrevemos este artigo, muitas das mencionadas neste artigo estão nos estágios beta e alfa). Estamos certos de que as técnicas serão mais comuns e as ferramentas amadurecerão. Conceitos como o do barramento de serviços para a Internet devem facilitar a construção desses mashups corporativos, tornando-os mais úteis.
Enfim, acho que esse condimento dará um sabor especial no final das contas para nossa sopa de letras.
Essa prática de escrita misturando pesquisa me faz muito bem, preciso torná-la de certa forma indispensável ao meu dia-a-dia.
Espero vê-los “as soon as possible”!
Referências:
“Consumerization Gains Momentum: The IT Civil War,” Gartner Special Report, 2007 (resumo)http://www.gartner.com/it/products/research/consumerization_it/consumerization.jsp
“How Businesses are Using Web 2.0: A McKinsey Global Survey,” The McKinsey Quarterly, Agosto, 2007
http://www.mckinseyquarterly.com/article_abstract_visitor.aspx?ar=1913
Mashup (Web application hybrid), Wikipedia
http://en.wikipedia.org/wiki/Mashup_%28web_application_hybrid%29
“Web 2.0 na empresa”, Michael Platt, The Architecture Journal,
http://zillow.com
Software + Serviços – Visão Macro
Maio 21, 2008
Fellows,
A área de Arquitetura de Software é uma muito área promissora onde bons profissionais contam-se nos dedos. Acho que o meu caminho na área de TI está sofrendo uma forte tendência a seguir por esse rumo, mas isso é uma mera prospecção, e não vou entrar em detalhes, seria chato e complicado demais.
Em meio a um mundo de abreviações, surge mais um acrônimo. Mais uma letrinha para compor a sopa saborosa da área de Tecnologia da Informação. Falo do acrônimo de de quatro letras SaaS, Software como Serviço (“Software As A Service“).
No artigo “Um Planeta Regido por Arquiteturas de Software“ (“A Planet Ruled by Software Architectures“) encontrado na revista de arquitetura da Microsoft número 13 (The Architecture Journal), o autor, Gianpaolo Carraro, fez uma analogia com mundo com eras imaginárias para exemplificar a transmissão da visão de SaasS dentro de uma empresa, na área corporativa. Na minha opinião, foi sensacional, mas com uma restrição: pouco paupável.
O texto para quem é novato no assunto o seu entendimento é um tanto complicado, por isso, procurei vasculhar por mais informações para que todos possam ter um bom entendimento do assunto.
O que é?
No Wikipedia: “Software como serviço, do inglês Software as a service, é um instrumento mercadológico para fornecer software, parecido com o Serviço web.” Bem e dái? Até então, o próprio nome já ajuda em seu entendimento.
Como um termo, SaaS é associado geralmente com negócio de software de custo baixo e que possam possuir os mesmos benefícios de um software comercialmente licenciado, sendo que internamente operado sem a complexidade e custo inicialmente elevado.
Muitos tipos de software são desenhados sob o modelo de SaaS, onde os clientes podem ter pouco interesse ou potencialidade na distribuição do software, mas têm necessidades computacionais substanciais.
As áreas de aplicação tais como a ERP, vídeo conferência, recursos humanos, contabilidade são alguns dos mercados iniciais que mostram o grande sucesso do software como serviço.
No blog de um arquiteto de soluções da Microsoft (Arquitetura de Soluções), Waldemir , o post “SaaS – Software as a Service – Uma visão sobre o software como serviço“, consegue fazer uma explanação abrangente a respeito do assunto. Veja abaixo, uma parte extraída do artigo publicado:
Conceitos e Princípios
Quando pensamos em SaaS, o conceito de multi-inquilino deve ser colocado. Ele é referente ao uso do mesmo software e instância por vários clientes e empresas de forma simultânea. Em apresentações sobre SaaS, o termo tenant é utilizado para designar o inquilino, ou cliente que acessa o software pela web. O objetivo dessa abordagem é disponibilizar os mesmos recursos de software para um número muito maior de clientes. E essa visão tem suas bases no conceito da “Cauda Longa”.
Se você ainda não leu um livro chamado “The Long Tail“, é o primeiro passo que indico para um entendimento completo do tema SaaS.”
The Long Tail: Why the Future of Business is Selling Less of More
por Chris Anderson
Ref.: http://www.amazon.com/LONG-TAIL-FUTURE-BUSINESS-SELLING/dp/1401302378
Aproveito e exibo parte dos links disponíveis no mesmo artigo. Vide abaixo:
Architecture Strategies for Catching the Long Tail
por Frederick Chong and Gianpaolo Carraro
Ref.: http://msdn2.microsoft.com/en-us/library/aa479069.aspx
Multi-Tenant Data Architecture
por Frederick Chong, Gianpaolo Carraro, and Roger Wolter
Ref.: http://msdn2.microsoft.com/en-us/library/aa479086.aspx
O Barramento de Serviços para a Internet
por Donald F. Ferguson, Dennis Pilarinos, e John Shewchuk
Ref.: http://www.microsoft.com/brasil/msdn/arquitetura/journal/Bar_int_Services.mspx
Software + Services (S+S)
Ref.: http://msdn2.microsoft.com/en-us/architecture/aa699384.aspx
The Architects in Action Series presents…A SaaS Solution
Ref.: http://msdn2.microsoft.com/en-us/skyscrapr/aa699403.aspx
e ainda…
Software as a service no Wikipedia
Ref.: http://en.wikipedia.org/wiki/Software_as_a_Service
Para mais informação use o Google com as palavras: “SaaS monetizing”, “SaaS Metering”, “SaaS Usage”, “SaaS Pricing Strategies”.
Acima eu disponibilizei boas referências a respeito do assunto e, com certeza surgirá uma outra oportunidade para comentar a respeito de SaaS.
No próximo artigo vou falar sobre Mashups. Assunto interessante e que grandes empresas já estão incorporando frameworks de criação de Mashups em suas plataformas de desenvolvimento.
Até breve, se for possível!











