Simply the Best!
Fevereiro 10, 2008
Não, não é o hit de sucesso dos anos 80 da Tina Turner, é o ExtJs .
Acho que no Brasil não tenho visto muito pessoas interessadas nas facilidades que os “Frameworks” baseados em Javascript (”client-side”) proporcionam.
Podemos contar com um número “n” de facilidades nas funcionalidades embutidas nesses “frameworks”, e não é para menos que o meu predileto, o “Ext”.
Afinal quem discorda que um dos “gargalos” no desenvolvimento de software é a camada de apresentação?
Vamos adiante para algumas explanações a respeito.
Do que se trata afinal o “Ext”?
Bem, na verdade a história do ExtJs começa no início de 2006, um cidadão dos bons, chamado Jack Slocum, começa a criar um conjunto de funcionalidades que extendiam a biblioteca criada pelo Yahoo.
Estas extensões foram rapidamente organizadas dentro de uma biblioteca independente e distribuída sobre o sugestivo nome yui-ext. Ao final de 2006, Jack liberou a versão final para uso.
Hoje a biblioteca possui vida própria, como o nome de Ext e possui duas licenças sobre LGPL e uma licença comercial.
Qual servidor é compatível com o “Ext”?
Como um framework “client-side”, o Ext pode rodar sobre qualquer servidor que processar requisições. Podemos citar alguns exemplos: Java, PHP, DotNet e muito mais. Já existem alguns frameworks server-side que possuem bibliotecas AJAX que tornam a vida do desenvolvedor tranquila para utilizar em conjunto com o “amado” o Ext.
O que mais é preciso para usá-lo?
As bibliotecas YUI, JQuery, Prototype/Script.aculo.us são incluidas no “framework”.
Para saciar a curiosidade, vejam abaixo na imagem como o Ext e as outras bibliotecas se referenciam.
Como depurar erros em uma aplicação “client-side” baseada no “Ext”?
Já sei, todo mundo chora quando precisa depurar erros em uma aplicação “client-side”, mas hoje com o advento da colaboração da comunidade web foi possível criar “puglins” e “addons” para os sistemas de navegadores existentes.
Para o Firefox, os chamados “addons” mais utilizados são: Firebug, Web Developer e a ferramenta Venkman - o JS debugger.
Para IE, o ”puglin” Microsoft Developer Toolbar. Também há o DebugBar gratuito para uso pessoal.
Para os usuários do Opera, pode ser usado o Opera Developer Tools ou a alternativa Web Developer Toolbar & Menu for Opera.
Usuários Safari podem usar o Web Inspector para visualização da página ou habilitar Debug menu no próprio navegador.
Enfim, é um “framework” espetacular para trabalhar.
Eu uso e recomendo.
Até o próximo post,
Vida Longa e Próspera!